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Gastronomia

É a gastronomia que inspeciona os homens e as coisas, para transportar de um país a outro lado o que merece ser conhecido, fazendo que um festim cuidadosamente organizado seja como um resumo do mundo, em que cada parte comparece por intermédio de seu representante.

Brillat Savarin, em A Fisiologia do Gosto

domingo, 31 de janeiro de 2010

Pós-Graduação:Cultura Gastronômica e Degustação- Moqueca e suas variações





chef Carmen Benezath (uma colatinense de coração) e chef Vanete Arrigoni.

chef Vanete Arrigoni e o chef/pesquisador Carlos Ribeiro



Panelas de barro com pegadores: característica cultural capixaba


Moqueca de feijão, Sururu e Camarão
chef Carlos Ribeiro







Chef Gilson preparando com maestria a moqueca capixaba


Moqueca e suas variações brasileiras

Moqueca: Zoião de ovos e legumes
chef Tereza Paim do Terreiro Bahia




Moqueca Feijão, Sururu e Camarão
chef Carlos Ribeiro



Moqueca Paraense chef Thiago Castanho

Moqueca de Arroz Preto e Sururu
chefs Carlos Ribeiro e Piero Gaspari


Encontro mágico: Carlos Ribeiro, chef e pesquisador
do tema Hibridismo cultural e alunos da
pós-graduação
Cultura Gastronômica e Degustação- UVV/2009.



Mise en place: moqueca e suas variações

INGREDIENTES: 2 quilos de peixe fresco. (badejo, papaterra, pargo ou robalo).
4 a 5 maços de coentro.
4 maços de cebolinha verde
2 cebolas brancas pequenas.
tomate à gosto.
2 limões.
azeite de oliva
urucum ou colorau
pimenta à gosto.
MODO DE FAZER:
Limpe bem o peixe. Corte-o em postas, deixe-o em uma vasilha com sal e o suco de um limão.
Conserve as postas na vasilha, pelo menos, por uma hora.
Separe a cabeça e o rabo do peixe para o pirão.

Utilize uma panela de barro grande e faça uma “caminha” com os seguintes ingredientes:

2 colheres de óleo;
1 colher de azeite de oliva (se preferir pode-se colocar mais de uma colher).
colorau em pó ou urucum,isto é, colorau em sementes (deverão ser retiradas do óleo ou do azeite quando passar a cor vermelha das sementes)
cebola verde, cebola branca, coentro. Tudo bem picadinho.
tomates em rodelas sem os caroços e as peles
colorau em pó ou urucum colorau em sementes.

Em seguida, arrume as postas do peixe (enxugando-as) e repita sobre cada camada uma quantidade de temperos picados.
Não coloque água ou sal e deixe cozinhar em fogo branco. Quando começar a ferver, acrescente algumas gotas de limão.
Tampe a panela. Espere por 10 minutos e experimente o sal.
PREPARO DO PIRÃO: Utiliza - se outra panela de barro pequena para cozinhar os pedaços menores, como por exemplo, o rabo e a cabeça do peixe.

Acrescente os mesmos temperos que foram usados na moqueca. Deixe-os cozinhar bem.
Logo em seguida, retire as espinhas do peixe e passe o caldo em um chinois( peneira de malha fina).

Verifique o sal e retorne o caldo para a panela. Acrescente a farinha de mandioca crua, sob a forma de “chuva” e mexa bem para obter um pirão de consistência desejada.

Receita de moqueca capixaba

A moqueca capixaba é servida na própria panela, bem quente, com o pirão e o arroz branco.
Ela é considerada saudável e reconfortante.







































sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Turbante "Carmen Benezath"



 








Essa salada Turbante é muito saborosa e sempre foi
uma tradição na família "Piedade dos Santos".
Ela é servida com batata palha e azeite
extra-virgem.
Ingredientes:

1 pacote de pão integral sem as bordas e cortado em pequenos pedaços, 250 g de palmito fresco ou conserva cortado à "julienne". 200 gs de milho, 150 g de presunto cortado, 150 g de peito de frango cortado à "julienne" (cortado em tiras bem finas), 50 g de passas secas, 50 g de azeitonas picadas ( verde ou preta), 150 g de cenoura cortada à "julienne", salsa bem picadinha, sal à gosto, azeite extra-virgem, 3 colheres de maionese e 50 g de creme de leite fresco.
Coloque tudo em bowl (vasilha redonda) e misture delicadamente. Unte uma forma de pudim com azeite e coloque o turbante com uma colher para assentá-lo na forma. Deixe na geladeira por 30 minutos. Sirva com batata palha.

Tchau!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Cheguei ao noroeste (Colatina) novamente


E a vida continua maravilhosa!
Cheguei de Vitória à tarde e dentro de um ônibus supergelado observava a paisagem de nossa região.
Existem pessoas que a admiram ( assim como eu ) e outros a consideram feia. Ultimamente, devido as chuvas no vale do Rio Doce, a vegetação está verde e no fim de tarde, ela se torna dourada, devido os raios do sol em Colatina. É lindo esse panorama de minha cidade!
Mas o objetivo de minha viagem à Vitória foi encontrar pessoas queridas e amadas. Assim, fui almoçar com meus amigos Rita e Polese. Lá, reencontrei pessoas especiais: Letícia e Manolo que moram na Espanha. Além deles, conversei com a pequena Alice, Carol, Fernando, Alair (excelente cozinheira) e também, a Cida ( segundo a Rita, possui um ótimo tempero mineiro (uai).
Esse encontro foi memorável pois o Manolo deu um show ao falar sobre a gastronomia espanhola. Não posso deixar de mencionar, a Letícia, é uma cidadã do mundo e com muita propriedade descreveu pratos deliciosos da Espanha. Simplesmente, adorei!!!
É claro, que estava acompanhada de uma pessoa linda.......rsrsrsrs Marília, minha filha.
Para finalizar a nossa conversa, encontramos várias amigas no chá de bebê da Bianca, foi maravilhoso também, pelo carinho da recepção e todas as delícias preparadas pela a equipe do restaurante Suá num fim de tarde.
Até.
A gastronomia nos permitir sentir emoções e através das conversas desses
encontros relembrar as nossas culturas e tradições.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Gastrocultura





Gastrocultura: Valorização da cultura regional, os ingredientes, a gastronomia, as etnias e as histórias da região norte-noroeste do Espírito Santo.


Tudo começou em 2009. Fui convidada por amigos para participar de um desfile de modas na wattz Fundação, em Colatina. Lá demonstrei meu trabalho como Personal Chef . Maravilha!
Em duas semanas, minha criatividade fluiu positivamente e dessa forma, a criação de uma caixa folclórica floresceu. Ela representa o Ticumbi e o quadradinho de goiaba. Receita desenvolvida por mim em uma viagem maravilhosa ao Rio de Janeiro.
Dessa mistura surge assim, uma hibridização cultural.
ticumbi: s.m.bras., / ES. Modalidade de congada, simples e menos dramática como o auto: "Vim ver uma festa de bons pretos / vim ver as terras capixabas / vim para Conceição da Barra / pra assistir o ticumbi".
QUADRADINHO DE GOIABA:
1 ª parte: 500 g de farinha de trigo, 200 g de manteiga sem sal, 200 g de açúcar, 200g de aveia (flocos médio), 4 ovos, 2 colheres de sopa de fermento químico
2 ª parte: 200g de açúcar mascavo, 1 coco ralado, 250 g de macadâmia torrada e moída. (ou castanha de caju, nozes ou avelã)
Prepare-se separadamente as massas e coloque-as em um grande tabuleiro para assar no forno quente (240 º) e em seguida, no forno médio (205 º) por 30 minutos.
Obs: Asse a parte branca primeiro e depois, coloque a outra parte com açúcar mascavo sobre a primeira camada. Controle o forno para não queimar.
Finalmente, coloque uma pequena quantidade de doce de goiaba sobre a massa assada e deixe no forno baixo (180 º) por 10 minutos.
Quando a massa estiver fria, corte-a em quadradinhos. Embrulhe-a em pequenos pedaços de papel de seda vermelho.
Essa é a cor de São Benedito.
SALVE o ES!
É uma delícia comê-la com uma xícara pequena de café.

Foto do doce de goiaba



















Esse doce é uma delícia e as goiabas são do entorno de Colatina, região noroeste do ES.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Doce de goiaba

Ingredientes:

1 quilo de goiabas maduras com a pele e sem os caroços;
1/2 quilo de açúcar;
2 copos de água e o suco de 1 limão;

Modo de fazer;

Bata os caroços no liquidificador com 1 copo de água e passe a polpa na peneira. Acrescente o suco do limão com o outro copo d'água em um tacho ou uma panela grande. Mexa o doce com colher de pau. Cozinhe em fogo moderado por uma hora. Após resfriar, guarde o doce em vasilhas com tampas e mantenha - o na geladeira.